Dia da Mulher: A Mulher Empreendedora

Dia da Mulher: A Mulher Empreendedora

A situação econômica brasileira não tem sido tão favorável para a passividade. Isto significa que ideias devem receber investimento certo e que a oportunidade de abraçar uma inovação deve ser considerada. Com o objetivo de driblar a ausência de empregos no mercado de trabalho e de manter o sustento confortável de suas famílias, as mulheres empreendedoras ganham voz e, nem por todo o esforço, deixam de enfrentar situações complicadas.

Assumir às frentes do próprio negócio é um risco que foi assumido por mais de 7 milhões de mulheres brasileiras. O desenvolvimento do empreendedorismo no âmbito feminino tem tornado a economia mais dinâmica e mais acessível. Diferentes histórias e contextos fazem com que as mulheres se interessem pela renda que seja conquistada através da própria empresa e do próprio investimento.

Algumas mulheres brasileiras são exemplos a ser seguidos e demonstram a tamanha dedicação – e, através destes nomes e de muitas outras, o Brasil registra o crescimento de 21% de empreendedoras nos últimos 10 anos. Por todo o histórico de grandes responsabilidades e comprometimento, os negócios de gestão feminina tendem a sobreviver por mais tempo no mercado.

Através de histórias de ex-faxineiras e ex-secretárias, há muita superação. É o caso de Zica Assis, ex-doméstica, nascida no Rio de Janeiro que começou a trabalhar aos 9 anos e fundou o Instituto Beleza Natural – rede especializada no cuidado com o cabelo crespo. A ideia teve início quando Zica preparou um produto caseiro que, depois de muito experimento e estudo, se tornou o “Super-relaxante”. Em 2013, entrou para a lista da Forbes das 10 mulheres mais influentes e poderosas do Brasil. Um grande exemplo do empreendimento feminino.

Com a intenção de apoiar outras mulheres que pretendem se destacar no seu próprio negócio e atravessar as dificuldades de fundá-lo, algumas iniciativas foram desenvolvidas para apoiar a tarefa. É o caso da Rede Mulher Empreendedora que nasceu em 2010, depois de Ana Lúcia Fontes, graduada pela ESPM, montar um blog onde dicas fáceis indicavam como o negócio ter crescimento potencializado.

Alguns outros nomes de brasileiras como Camila Acchuti – que com, apenas, 22 anos e especializada em T.I já passou pelo Google e é, atualmente, diretora nacional do Technovation Challenge Brasil. Regina Tchelly é responsável pelo projeto de favela orgânica no Morro da Babilônia, Rio de Janeiro.

São nomes de mulheres que também constroem um cenário econômico mais apto a competir internacionalmente!

 

Siga o Virtual Office!


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *