Como a Economia Atual Afeta as Empresas de Comércio Exterior

16. novembro 2015 Boletim VO 0
Como a Economia Atual Afeta as Empresas de Comércio Exterior

O Brasil atravessa um cenário avassalador na situação de crise econômica. De acordo com uma pesquisa realizada pela Austin Rating, o PIB se encontra no negativo, inflação crescente acompanhando os juros e déficit fiscal primário são algumas das características que comprovam o enorme abismo em que o país mergulha no ano de 2015. As grandes transnacionais responsáveis por importação e exportação são atingidas – de formas bem diferentes – pelo caos econômico, afinal, precisam lidar com o dólar que ultrapassa os 4 reais .

 

Fazia tempo que as multinacionais que importam e exportam não se deparavam com o altíssimo valor do dólar e com a quantidade extrema de impostos – contra o que acontecia no ano de 2008, quando o valor da moeda norte-americana não chegou aos 2 reais.

 

O movimento é gerado em cadeia: para as importadoras, as importações encarecem, o custo de produção se eleva e, consequentemente, o consumidor final sofre com o acréscimo no preço do produto. Desde o início do ano, os itens de utilidade doméstica já tiveram aumento de 30%, por exemplo. No entanto, não é só quem compra que se prejudica com o bolso. Os empresários tendem a ficar com as mercadorias estacionadas em suas prateleiras, perdendo, assim, vendas e negócios.

 

Enquanto o cenário é caótico de um lado, do outro, a indústria que vende máquinas para fora do país se alegra com a quantidade de negócios: uma máquina que, em 2014, era vendida por US$ 12 mil que equivaliam a R$ 37 mil, hoje, continua sendo vendida ao mesmo preço no dólar, no entanto, rende R$ 43 mil – é o que dizem o dados levantados pelo Jornal Nacional. O resultado disso? As exportadoras se tornaram mais competitivas no âmbito internacional e potencializam o lucro dentro do Brasil.

 

Por enquanto, as exportadoras são a saída para a crise. Até 2012, quando o dólar caía em desvalorização, mais se desestabilizaram com a decadência nas vendas. Atualmente, colaboram para pequenos passos no gerenciamento federal do caos econômico.

 

Embora as maneiras da crise econômica atingir o país sejam bem diferentes, é perceptível que as importadoras impactam na redução de custos – gerando redução de empregos. Porém, outras medidas que dispensam as emergenciais, devem ser tomadas, como, por exemplo: aprimoramento da tecnologia através de sites desenvolvidos para clientes se interessarem pelas compras e com otimização de processos, empregos temporários costumam controlar os gatos e, também, investimentos em pequenos tópicos, como, contratação de serviços de escritório virtual e transferência de escritórios para salas alugadas e com endereçamento privilegiado que convide investidores.

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