Aluguel de salas é saída para microempresas

O crescimento exponencial de empreendedores que trabalham de casa, conhecido como home office, tem trazido ao mercado de trabalho uma nova opção: o aluguel de escritórios físicos apenas para reuniões e encontros esporádicos . Só em São Paulo, segundo o Ministério do Trabalho, mais de 1,5 milhão de pessoas exercem suas funções da própria residência, abrindo oportunidade para empresas que fornecem tecnologia e infraestrutura alugadas.

Segundo dados da Associação Nacional dos Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCNev ), o País conta com mais de 600 companhias de escritório virtual e o investimento mensal feito pelos clientes fica entre R$ 200 e R$ 500.

Exemplo disso, a Virtual Office, oferece aos clientes um espaço físico que conta com itens como atendimento telefônico personalizado, salas de reunião, endereço comercial e fiscal para as empresas, além de assessoria tributária e contábil.

A empresa projeta um crescimento de 20% este ano e ao longo dos últimos doze meses ganhou 2.300 clientes.

“Essa tendência é muito forte no Brasil nos últimos cinco anos. Este tipo de negócio reduz muito os custos pelo conceito de compartilhamento de espaços e de mão de obra, oferecendo serviços de muita qualidade para um público que está acostumado a ter suas secretárias próprias e, se iniciam o seu business em espaço próprio, muitas vezes ficam sem caixa para ter uma assistência completa”, detalha Mari Gradilone, sócia-diretora da Virtual Office.

A executiva explica que modalidade de negócio é muito procurada por profissionais liberais, advogados, consultores, engenheiros fazendeiros e até jogadores de futebol. “O empresário que busca esse tipo de negócio quer tranquilidade para gerir o seu próprio negócio e necessita do nosso suporte administrativo com eficiência e excelência”, completou.

A empresa possui seis unidades próprias, sendo três em São Paulo, duas Alphaville e uma Rio de Janeiro, além de uma parceria com a ANCNev em diferentes Estados do País, como por exemplo, Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). “Existem mercados muito bons, embora o de São Paulo seja muito receptivo a negócios em geral. Entre as apostas do grupo está o mercado do Rio de Janeiro, onde a gente já atua, e para futuras unidades, nossa aposta fica em mercados próximos a São Paulo, no interior”, diz, lembrando que cidades como Campinas, Ribeirão Preto , Sorocaba já têm suas unidades.

A empresa, uma das maiores no segmento de escritórios compartilhados do País, tem cerca de 30% da receita vindos de clientes de outros estados e quer alavancar ainda mais essa fatia. “Nossa meta é aumentar o número de clientes da empresa em 40% até o final deste ano. Estamos concentrando esforços para ampliar nossa participação no Rio de Janeiro e no Nordeste, por exemplo”, reforça Mari.

Com a perspectiva de aumentar em até 40% a carteira de clientes este ano a empresa projeta alta na casa de 20% em faturamento. “Nosso faturamento de 2012 foi na ordem R$ 10 milhões, queremos chegar a R$ 12 milhões”, diz.
O modelo de negócio adotado pela empresa tem se desenvolvido também em outros países. “este mercado é crescente no mundo , principalmente na Europa e Estados Unidos”, explicou.

A empresária disse ainda que o nascimento da empresa aconteceu há quase duas décadas, inspiradas também em modelos bem sucedidos deste negócio pelo mundo. “O nosso modelo foi inspirado na Suiça há 18 anos. Vimos uma oportunidade de implantar no Brasil este conceito, inovador para a época”, explicou.

Este mês a Virtual Office passou a adotar um novo padrão visual em sua marca e suas ferramentas de comunicação. “O mundo se renova a cada momento, nós precisamos acompanhar. Renovar nossos serviços e linguagem, sem perder os valores que nos conduziram até aqui”, disse.
A executiva explicou ainda que a nova marca teve todas as peças de comunicação criadas pela agência 1818Br Comunicação. “O logo do Virtual Office ganha um ar mais jovial, com traços mais leves e visual claro”, continuou.

Originalmente publicado em: DCI


1 thought on “Aluguel de salas é saída para microempresas”

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    fabio on 8 de março de 2016 Responder

    Boa noite, vcs tem um contato em ribeirao preto
    16-992388888

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