4 regras básicas para uma startup dar certo

4 regras básicas para uma startup dar certo

Há milhares de startups espalhadas pelo Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), elas somam mais de 4,2 mil instituições, porém nem todas conseguem sobreviver porque não conseguem remar contra a concorrência e realizar uma boa gestão.

Um negócio, seja ele qual for, depende de algumas competências para funcionar bem. No caso de uma startup, algo que chega o propósito de inovar, desafiar e superar concorrentes estabelecidos no mercado, o desafio é maior ainda.

Basicamente, podemos reunir quatro regras básicas para uma startup dar certo. São elas:

1. Tecnologia sempre na pauta

Não adianta tentar sobreviver sem ela. Hoje em dia, a tecnologia faz parte das empresas, sejam elas digitais ou não. As startups precisam, mais do que nunca, desse recurso, que ajuda a mensurar resultados, conhecer o consumidor, criar ações e muito mais.

Uma startup de sucesso tem profissionais com competência em programação de computadores, design, experiência de usuário, infraestrutura de servidores, etc. Sem esse recurso, fica quase impossível driblar a concorrência e se destacar no mercado.

2. Processos e a operação do negócio são cruciais

A dinâmica de um negócio, ou seja, seu funcionamento, passa pelos processos estabelecidos pelos gestores da startup, que precisam adaptar as competências ao mercado em que a empresa atua.

Uma startup de comércio eletrônico, por exemplo, necessita de bons processos de negociação de compra com fornecedores, gestão de fluxo de caixa e métricas de conversão. Tudo isso é um aprendizado constante para que a equipe esteja 100% afinada.

3. Equipe comercial conta – e muito

Toda startup tem a necessidade de vender. É evidente que cada negócio pede um formato comercial específico, mas, em geral, a área comercial requer competências como marketing, desenvolvimento dos canais de distribuição (online e off-line), modelagem comercial, precificação, funis de vendas e outros aspectos.

Quando todos esses pontos não estão bem costurados é provável que, em algum momento, os resultados da empresa comecem a cair e ela não se mantenha competitiva no mercado.

4. O gestor executivo é o cérebro de tudo

De nada adianta formar equipes com profissionais de ponta nas áreas citadas acima se o gestor executivo, ou seja, o empreendedor, não garantir que a estratégia e os objetivos da empresa sejam respeitados e seguidos.

Como gestores são humanos e possuem falhas também, é recomendável que o empreendedor busque sócios ou uma equipe com as competências complementares às suas para que o negócio esteja totalmente coberto.

E o seu negócio? Como você avalia a situação da sua startup? Acha que falta maturidade, processos ou a equipe está alinhada? Em um coworking como o Virtual Office é possível criar e estreitar laços profissionais, além de desenvolver processos para que sua startup se mantenha no topo sempre!


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